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Plano de Contingência

PLANO DE CONTINGÊNCIA SARS COVID-19

Tal como oportunamente anunciado, a Caduceus encerrou no passado dia 16/03 as suas instalações, passando todos os seus colaboradores à situação de teletrabalho.

Todas as encomendas de equipamentos continuaram a ser garantidas, tendo sido escalado um colaborador para dar assistência presencial ao armazém 2 a 3 vezes por semana (conforme a necessidade).

Todas as encomendas rececionadas foram alvo do tratamento preventivo adequado (desinfeção/quarentena) conforme os casos.

Todas as atividades presenciais (formação, auditorias, atendimento na loja, …) foram suspensas, conforme indicação das Entidades competentes.

A partir de 18 de maio, foram retomadas algumas atividades, e uma vez mais de acordo com as instruções da DGS e INEM, foram retomadas algumas atividades, prevendo-se a retoma total das atividades a partir de 01/06, adotando, no entanto, algumas regras de contingência, designadamente:

Escritórios e armazém: 50% dos colaboradores retomarão o regime presencial, mantendo-se os restantes 50% em teletrabalho, salvo em situações pontuais que requeiram a presença de todos os elementos. Diariamente e de forma voluntária será medida a temperatura dos colaboradores à chegada (sem registo formal). Caso algum colaborador apresente hipertermia (ou outra sintomatologia de COVID-19, ser-lhe-á recomendado que contacte a linha SNS24 e siga os procedimentos recomendados.

Deverá em todos os momentos ser mantida a distância social (mínimo de 2 m) entre todos os colaboradores, sendo recomendável que, na medida do possível, não haja mais do que 2 elementos em simultâneo na mesma divisão. Todos os dispositivos de prevenção (dispensadores de sabão e SABA, máscaras, luvas, viseiras, …) e respetivas instruções de utilização, são colocados à disposição dos colaboradores para uso quando necessário, incluindo ‘in itinere’ e fora do horário de trabalho formal.

Ações de Formação: como preconizado pelo INEM, adotar-se-á preferencialmente a teleconferência nos módulos teóricos possíveis. Nos módulos teóricos não abrangidos e nos práticos, a lotação da sala deverá permitir a manutenção da distância social. Quando esta não for possível pelas características da prática, é mandatório o uso de luvas e máscaras durante a execução da mesma. Após cada prática individual, equipamentos serão desinfetados e o formando deve higienizar as mãos (lavagem e/ou SABA). Toalhetes e dispensadores estão disponíveis nas salas, lavabos e áreas sociais.

No início de cada sessão e antes de entrar na sala, será medida a temperatura de formadores e formandos (sem registo individual). Caso se detete hipertermia ou outra sintomatologia de COVID-19, a pessoa (e qualquer outra que consigo tenha tido contacto de proximidade), será aconselhada a contactar o SNS 24 e não será permitida a sua permanência na formação.

Loja/Showroom: Para além dos colaboradores, não é permitida a presença de mais de 2 Clientes na loja. O uso de máscara/viseira bem como a higienização das mãos são mandatórios. Todos os materiais com os quais os Clientes tenham mantido contacto físico, incluindo dispositivos de pagamento automático com contacto, serão desinfetados com álcool isopropílico ou outro agente apropriado e/ou colocados em quarentena.

Auditorias PDAE: serão efetuadas por apenas 1 auditor, devidamente identificado e protegido com máscara, viseira e/ou óculos de proteção e luvas. Deverá permanecer nas instalações apenas o tempo indispensável à realização da auditoria e higienizar as mãos (lavagem e/ou SABA) antes e depois de cada auditoria.

Tanto quanto possível o auditor deve ter sido recentemente testado COVID negativo.

 Sintra, 22 de maio de 2020

O Coordenador

José Galvão

(Especialista em Riscos e Proteção Civil)